Pessoas atentas às inovações, investem nas cerimônias de casamentos, em locais com muito verde, com total segurança. Um novo negócio que entre as providências, exige um projeto, recuperando-o, adaptando e transformando a Fazenda por quem entende de festas e eventos, no Brasil e no exterior.
As proprietárias mostravam-se preocupada com todos os detalhes, incluindo as lindas capelas.


No incio do século XX, a fazenda Monte Alegre do ilustre barão de Pati do Alferes, Francisco Peixoto de Lacerda Werneck entra em completa decadência, vários proprietários passaram por lá, o atual, o engenheiro e escultor Gabriel Fonseca, a encontrou em ruínas e, durante seis anos, teve como missão restaurar a sede e, posteriormente, transformar as terras de seu entorno num imenso e belo jardim. A riqueza arquitetonica foi preservada, em estilo neoclássico, a sede da fazenda ostenta balcões com grades de ferro fundido colocadas por volta de 1860, que revelam a importância da chegada da estrada de ferro na arquitetura dos grandes solares cafeeiros do Vale do Paraíba.
A famlia Gonalves de Moraes foi pioneira na região de Pira, em São João Marcos. Em 1776, nas terras de Pira doadas por seu pai, os irmãos fizeram construir a casa de vivenda próxima às três quedas de um riacho que atravessa a fazenda, e Jos, depois de casar-se com a irmã do Rei do Café, Ceclia Pimenta de Almeida Breves, se estabeleceu e criou sua prole de dez filhos. Através dos dotes concedidos as filhas que surgiram diversas e importantes fazendas de café na região, como no caso da Fazenda Bella Alliana, doada a sua filha Anna Clara ao casar-se com o comendador Silvino Jos da Costa. A de Tres Poos, passada para Ceclia, que casou com o comendador Lucas Antonio Monteiro de Barros. E ainda as terras da fazenda da Vargem Grande recebida pela filha Joaquina Clara, que se casou com Mathias Gonalves de Oliveira Roxo, que feio a ser o 10 Barão com grandeza da Vargem Grande. A partir de então a fazenda ficou em posse dos herdeiros até o inicio do seculo XX, quando provavelmente foi adquirida por Manoel Gonalves Vieira, e que em 1928 foi comprada por um de seus herdeiros o Coronel Olvio Gonalves Vieira. Desde então a fazenda teve outros proprietários e hoje, pertence ao Sr. Arlindo Vergaas, que mantém a fazenda perfeitamente conservada e preservada na sua arquitetura original.
A Fazenda Vila Rica é impecavelmente conservada. O local é exuberante, a natureza apresenta-se com a imponência das palmeiras imperiais, das alamedas que fazem sua entrada ser triunfante e mais longa do que a da Nossa Senhora do Brasil. Seu casamento pode ser realizado ao ar livre, com todo charme de realizar uma festa entre as palmeiras ( veja foto no site, conheça os casamentos já realizados na Fazenda. Trata-se de um tipo comum de construção colonial que não obedece a nenhuma simetria na disposião de escadas e comodos.
A Fazenda Pinhal é impecavelmente conservada, área declarada Patrimônio Histórico Nacional com 18 alqueires. Seu casamento pode ser realizado na capela da fazenda, com todo charme de realizar a festa entre os jardins e no pomar, desenhados pela Condessa do Pinhal. O local é exuberante, a natureza apresenta-se com a imponência das palmeiras imperiais, das alamedas de jabuticabeiras, com a água em abundância percorrendo os regatos e a histórica -escada das águas.

A Fazenda Dona Carolina é uma autêntica fazenda de café do interior paulista. Perfeito para a realização de um casamento requintado, com direito a burrinhos de flores, muitas flores e capela no local.
Fazenda Glória mantém a decoração da tradição da família de imigrantes italianos, os primeiros donos do local. Hoje, as dependências já tem uma pitada com estilo árabe. Nos anos 90, a fazenda foi adquirida por um Sheik de Catar, pais do Oriente Médio. Porém, a fazenda trocou de mãos no início dos anos 2000. Os novos proprietários transformaram a fazenda em um hotel fazenda. Foi uma ótima idéia. A tradicão centenária está presente, misturada com a história das suítes do Sheik. Aliás, o hotel oferece aos nubentes duas suítes principais: do Sheik e do Princípe.
Santa Rita do Passa Quatro
(19 )3582-1887