Séculos de história do bolo de noiva
Os romanos costumavam partir uma fatia fina de bolo na cabeça da noiva para assegurar a fertilidade. As migalhas eram recolhidas e guardadas pelos convidados como amuletos de sorte. Na Inglaterra medieval, o costume era diferente: os convidados traziam pequenos bolos que eram colocados em uma única mesa ( em alguns lugares ainda se usam vários bolos em diferentes andares).

Vem da Itália a concepção do bolo de noiva que conhecemos até hoje. Nas cerimônias eram montados enormes bolos de noiva. Tanto quanto se sabe, esse adereço obrigatório no banquete nupcial começou a ter arquitetura monumental durante a Renascença, graças ao açúcar, quando os navegadores de Veneza passaram a trazer do exteriororaro e caro ingrediente. As cidades de Florença e Milão foram as primeiras a incorporar a novidade. Eles foram os primeiros a juntar os diversos bolos em um só e decorá-los com glacê. No final da festa, os noivos tinham que se beijar por cima da montanha de doces.

Em um casamento, o bolo nunca pode faltar, faz parte do ritual do corte com o brinde. O corte do bolo simbólico, em algunas casos, a espátula só aparece na foto, nem sequer é usada, as pessoas nem chegam a servi-lo.
Se o CERIMONIAL acontecer na pista de dança, certifique-se de que o local tem uma mesa de rodinhas ( ou alugue) para facilitar a retirada do bolo da pista e começar a balada.
Lindo e delicioso
O bolo de noiva tradicional volta repaginado às grandes festas de casamento
Com tecnologia de bolo cenográfico de 8 andares de bolo do Prince William and Catherine Middleton by Fiona Cairns

O revival do bolão é, deve-se ao chamado "fondant de rolo". É a massa fina que deixa a cobertura do bolo lisinha, quase como um papel. "Antes os bolos eram feitos com o chamado glacê-mármore, que se quebrava todo na hora em que o bolo era partido. Em 1993, apareceu o fondant. Mudou tudo. Nos Estados Unidos, o primeiro andar do bolo é congelado durante um ano. No primeiro ano de casados, descongelado pelo casal para celebrar a alegria dos dias vividos e os muitos que ainda virão pela frente.

Para SELI RIGAZI não existe missão impossível, faz verdadeiras esculturas, bolos molhadinhos de frutas secas, frutas tropicais, chocolate e janduia, receitas caseiras e francesas ganham nova roupagem neste atelier. O casamento perfeito entre sabor e beleza.
