Eu estou fazendo um curso sobre o Egito Antigo, na Casa do Saber com a arqueóloga, formada em Sorbone, Flavia Haddad e estou aprendendo coisas mito interessantes, como por exemplo que o algodão faz parte da história do Egito
O produto começou a ser cultivado no país árabe em 1820 e foi sustento para a maioria das famílias locais por anos e anos. Tewfic Youssef Tewfic, do Ministério da Agricultura do Egito, lembra que antigamente o período da colheita do algodão era época de fartura no Egito.
O algodão está enraizado na cultura do Egito. O produto começou a ser cultivado no país árabe em 1821 e teve seu processo de produção transmitido de geração para geração. Chamado de "ouro branco", o algodão egípcio, que teve seu boom no mercado internacional em 1860, é reconhecido e utilizado por grandes grifes mundiais como Kenzo e Chanel. A sua história, porém, faz parte da prórpia história do Egito.
Durante muitos anos o algodão foi o rei da agricultura e significava sustento para a maioria das famílias egípcias. As esperanças e expectativas dos jovens se concentravam no período da colheita. Muitos deles esperavam com impaciência para se casar durante estes meses. Neste período as famílias sempre compravam roupas novas e pagavam suas dívidas. Todos os projetos acabavam sendo concretizados durante a colheita. As empresas de lazer esperavam os campesinos virem se divertir com os bolsos cheios.
O tipo de terra existente no Egito, somado às condições climáticas, como o sol e a umidade na medida exata, favorecem a qualidade do algodão produzido no país. O Egito também faz constantes pesquisas sobre sementes de algodão, pois é a principal cultura de exportação do país, representando 12% do setor agrícola, segundo Jose Cândido de Almeida Senna, coordenador do Exporta SP. A colheita do algodão ocorre no Egito entre os meses de agosto e outubro.